Zumbi: Assassino que virilizou Mocinho!

domingo, novembro 20, 2016


(LAWRENCE MAXIMO)

Brasil! Mostra tua cara, Quero ver quem paga, Pra gente ficar assim” Cazuza¹

O Brasil desde a descoberta encoberta a VERDADE da história, o país da inversão de valores! Assassinos ao longo do tempo viraram mocinhos, vítimas virilizaram heróis em suas épocas, martirizados exemplos para uma sociedade mais justa. Em nosso país o bandido é o bonzinho e o policial o diabo, o político que defende a legalização das drogas tem apoio de artistas globais, aquele que é contra a mesma é tido como um fascista. Lembro-me das palavras do saudoso doutor Enéias (na época considerado um louco) sobre Lula: “O dia em que esse país eleger um analfabeto como o Lula, vocês verão a M#$@&%...” (Lula cometeu e chefiou a maior crise e degradação política da história da República do Brasil). Já dizia o saudoso Renato Russo²: Nas favelas, no Senado Sujeira pra todo lado, Ninguém respeita a Constituição, Mas todos acreditam no futuro da nação Que país é esse? Que país é esse? Que país é esse?

Abaixo, um excelente e magnífico texto desmascarando mais uma dessas farsas e falsas ideologias pintadas de heroísmo da história do Brasil! Senhoras e senhores mui difícil você encontrar essa VERDADE nos livros de história (manipuladores) de nosso sistema educacional falido e arcaico!

"Zumbi, o maior herói negro do Brasil, o homem em cuja data de morte se comemora em muitas cidades do país o Dia da Consciência Negra, mandava capturar escravos de fazendas vizinhas para que eles trabalhassem forçados no Quilombo dos Palmares. Também sequestrava mulheres, raras nas primeiras décadas do Brasil, e executava aqueles que quisessem fugir do quilombo."

"Para obter escravos, os quilombolas faziam pequenos ataques a povoados próximos. ”Os escravos que, por sua própria indústria e valor, conseguiam chegar aos Palmares, eram considerados livres, mas os escravos raptados ou trazidos à força das vilas vizinhas continuavam escravos”, afirma Edison Carneiro no livro O Quilombo dos Palmares, de 1947. No quilombo, os moradores deveriam ter mais liberdade que fora dele. Mas a escolha em viver ali deveria ser um caminho sem volta, o que lembra a máfia hoje em dia. ”Quando alguns negros fugiam, mandava-lhes crioulos no encalço e uma vez pegados, eram mortos, de sorte que entre eles reinava o temor”, afirma o capitão João Blaer. ”Consta mesmo que os palmaristas cobravam tributos - em mantimentos, dinheiro e armas - dos moradores das vilas e povoados. Quem não colaborasse poderia ver suas propriedades saqueadas, seus canaviais e plantações incendiados e seus escravos sequestrados”, afirma o historiador Flávio Gomes no livro Palmares."

"A própria palavra ”escravo” vem de ”eslavos” — os povos do leste europeu constantemente submetidos à vontade de germanos e bizantinos na alta Idade Média. Brancos europeus também foram escravizados por africanos. Entre 1500 e 1800, os reinos árabes do norte da África capturaram de l milhão a 1,25 milhão de escravos brancos, a maioria deles do litoral do Mediterrâneo, segundo um estudo do historiador Americano Robert Davis, autor do livro Christian Slaves, Muslim Masters (”Cristãos Escravos, Senhores Muçulmanos”)."
Trechos do "Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil" (Leandro Narloch, Ed. Leya).

"O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento" (Oséias 4:6)

[1] Música: Brasil – Composição: Cazuza
[2] Música: Que país é esse?  - Composição: Renato Russo


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